terça-feira, 18 de julho de 2017

CÂNCER DE OVÁRIO - NOSSA VOZ GANHANDO FORÇAS

Há 5 anos atrás muito pouco se ouvia falar sobre câncer de ovário! Muitas mulheres diagnosticadas com ca de ovário  sofriam caladas e isoladas, sem ter com quem compartilhar suas experiências, dúvidas, anseios... Hoje, esse cenário está mudando! Conseguimos reunir várias sobreviventes e cada uma tem feito a sua parte para quebrar o silêncio desse câncer silencioso!
Uma dessas mulheres é nossa querida Amanda Cabral Benites, que esteve hoje no programa Bem Estar, da Globo, para contar-nos um pouco da sua estória com o câncer de ovário e para alertar e conscientizar tantas outras mulheres, uma vez que ela própria foi diagnosticada muito jovem!
É a nossa voz ganhando força!
Leia e assista a reportagem completa no G1.
https://www.google.com.br/amp/g1.globo.com/google/amp/g1.globo.com/bemestar/noticia/saude-das-mamas-e-dos-ovarios-como-evitar-e-tratar-o-cancer.ghtml

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Como ajudar um paciente oncológico, sem atrapalhar!

Por: Equipe Oncoguia
O diagnóstico do câncer traz consigo uma série de sentimentos confusos e de difícil compreensão não apenas para o paciente, mas para todos os membros da família e amigos.
Frequentemente familiares e amigos de pacientes com câncer relatam as suas dificuldades em lidar com o fato de ter uma pessoa querida acometida pela doença.

      Como e o que falar?
      Do que devemos conversar?
      Como posso ajudá-lo?
Sabemos que, infelizmente não há uma maneira certa ou errada para se portar diante dessa situação. Aos poucos, você e seu familiar (ou amigo) encontrarão a melhor forma de conversar abertamente sobre a doença.

Lembre-se - A conversa sincera é sempre um passo muito importante para que você consiga ajudar nesse momento. Por meio do diálogo aberto, seu familiar (ou amigo) lhe dará dicas de como falar sobre o câncer.

Algumas orientações para você ajudar sem atrapalhar

Leia um pouco sobre o câncer...

Entender um pouco sobre a doença poderá lhe ajudar neste momento.

Sempre que possível leia e aprenda algo sobre a doença e também como é tratada. Assim, você poderá compreender melhor essa fase pelo qual ele (a) está passando.

Cuide e controle a sua ansiedade

É compreensível que você esteja preocupado e ansioso (a) por notícias a respeito das decisões tomadas, de como andam os tratamentos e tudo mais que se refira ao paciente. No entanto, tente se colocar no lugar do paciente e imagine o "bombardeio” de perguntas e questionamentos que ele deve estar enfrentando. Esteja próximo e se o seu familiar quiser, vá junto as consultas e tratamentos.

Ofereça ajuda

Durante o tratamento de um câncer são necessárias algumas mudanças e adaptações entre todos os envolvidos da família. Pergunte de que forma você pode ajudar nesse momento, lembrando que pequenas atitudes podem ser de grande valia. Fazer um supermercado, levar as crianças para a escola, buscar o resultado de um exame ou preparar uma refeição são gestos sempre bem-vindos.

Ouça

Se, no momento, não houver nada que você possa fazer e, mesmo assim, você deseja ser útil de alguma forma, apenas o escute. Muitas vezes, ouvir o que ele tem a dizer ou respeitar o seu silêncio são exemplos de grande ajuda.

Faça visitas

Se você deseja fazer uma visita, lembre-se: Ligue antes perguntando qual o melhor dia e horário para você fazer a visita.

É importante você saber que os dias seguintes de uma cirurgia são bastante difíceis por conta dos pontos e da reabilitação do paciente, assim como, os dias logo após a quimioterapia.

Alguns pacientes costumam apresentar episódios de náuseas e vômitos e ou sentirem-se muito cansados e sem ânimo para nada, inclusive, para receber uma visita. Por isso, a ligação é tão importante. Também não estranhe se ele não puder/quiser falar ao telefone, ele pode não estar bem.

Com o passar dos dias, os efeitos colaterais passam e os pacientes ficam bem mais animados e retomam as rotinas de suas vidas.

Bate-papo

Alguns pacientes relatam que não aguentam mais falar sobre o câncer, seus tratamentos e demais detalhes do mundo do câncer. Uma boa opção é você falar sobre a sua vida, dúvidas, e até de preocupações do seu dia-a-dia... Ele poderá se sentir útil lhe dando também algum conselho ou ajuda. Caso ele queira falar sobre a doença e você estiver bem com isso, respeite e ouça. Desviar do assunto ou ouvi-lo sem estar à vontade, será pior. A sinceridade e honestidade são pontos fundamentais em qualquer relação.

Chorar

Sim, isso pode acontecer. É importante você saber que altos e baixos emocionais são comuns e que você pode o encontrar mais depressivo e com vontade de chorar.

Se isso acontecer e você não souber o que fazer, ouça, mostre-se presente e deixe-o desabafar. Se isto lhe emocionar e lhe der vontade de chorar, chore. Não tenha medo de expressar seus sentimentos. E se não souber o que falar, fique em silêncio e lhe dê um grande abraço.

Cuidado com o que você vai falar

Algumas pessoas, justamente pela dificuldade em lidar com o câncer acabam ficando sem saber o que falar diante de alguém com câncer e por conta disso, falam frases do tipo:

      Nossa, você esta muito bem!
      Você esta melhor do que eu imaginava...
      Você nem parece que tem câncer...
      O seu cabelo já esta crescendo?
      Mas, você está de peruca? Nem parece.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Autopreservação!

Às vezes, tudo o que eu queria era poder passar uma borracha em toda essa estória de câncer e seguir uma vida normal, mas todos os dias olho no espelho e vejo a minha imensa cicatriz, mensalmente faço a limpeza do Catéter e trimestralmente os exames de acompanhamento! Por mais que me digam para eu esquecer o assunto, ele ronda a minha vida todos os dias!
Certa vez, uma psicóloga me disse que eu me escondo detrás do câncer...Fiquei furiosa!
Fácil falar quando se está do lado de fora, mas muitas das decisões que tomo e que deixo de tomar são sim balizadas na possibilidade de eu vir a adoecer novamente! Penso no câncer quando tenho que decidir o que vai e o que fica na minha vida! Acredito que a isso podemos chamar de Autopreservação!

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Notícias ASCO sobre câncer de ovário

O congresso americano de oncologia (conhecido como a ASCO) aconteceu entre 01 a 06 de junho deste mês e lá foram apresentadas as principais novidades do tratamento do câncer de ovário.
Seguem algumas das novidades apresentadas:
- A cirurgia do câncer de ovário geralmente é bastante extensa, a chamada citorredução. Um estudo apresentado mostrou que não há benefício na ressecção de linfonodos (também conhecidos como gânglios) da região pélvica. Esse dado é muito importante, pois permite que seja realizada uma cirurgia com menos riscos, sem prejuízo às pacientes.
- Outro estudo importante apresentado mostrou o a importância da cirurgia na recidiva da doença. Esse estudo dividiu as pacientes com recidiva da doença com mais de seis meses do término da quimioterapia em dois grupos: um grupo que realizou cirurgia seguido de quimioterapia e outro grupo que realizou somente quimioterapia. As pacientes que realizaram cirurgia tiveram mais tempo sem doença e sem nova recidiva. Logo, sempre que possível deve ser indicada nova cirurgia para essas pacientes.
- Sobre novidades de tratamento, foi apresentado estudo com a droga Cediranibe, um anticorpo monoclonal com ação nos vasos sanguíneos, à semelhança do medicamento Bevacizumabe (Avastin). Essa medicação foi avaliada em pacientes que tiveram recidiva do câncer de ovário e foi combinada com o uso de quimioterapia. O uso de Cediranibe mostrou aumento do tempo da paciente sem recidiva da doença. Trata-se de medicação oral, o que facilita muito sua administração. Os principais efeitos colaterais são diarréia, hipertensão e alteração da voz, contudo não houve piora da qualidade de vida das pacientes do estudo. Sobre a droga Olaparibe, medicação oral já aprovada no Brasil para pacientes com mutação do gene BRCA na recidiva da doença, foi estudado essa medicação como tratamento após a primeira quimioterapia (antes da recidiva). O estudo mostrou que aumentou o tempo sem recidiva da doença, sem piora em qualidade de vida das pacientes.
Dra Graziela Zibetti Dal Molin – oncologista clínica do hospital São José/ Beneficência Portuguesa de São Paulo. Atualmente pós graduanda do hospital MD Anderson/Houston.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Novos estudos para cirurgia de câncer de Ovário - ASCO 2017


O Dr. Fernando Maluf traz informações sobre o Lion e Ago Desktop III apresentados na sessão de estudos ginecológicos da ASCO 2017,  estudos esses relacionados ao câncer de ovário – doença que em quase 80% dos casos é diagnosticada em fase avançada. Dr. Maluf ainda reforça que nem sempre o tratamento mais radical é a melhor decisão e que casos cirúrgicos devem ser realizados em momentos específicos em cada paciente. 



segunda-feira, 22 de maio de 2017

QUIMIOTERAPIA X DANOS CEREBRAIS

Já passei por tratamento quimioterápico por duas vezes e percebo, nitidamente, como a minha memória, atenção e raciocínio diminuíram após esses tratamentos! Voltei a estudar e sinto a maior dificuldade no aprendizado, parece que estou emburrecendo! Coincidentemente, hoje, o Dr. Fernando Maluf publicou em sua página no Facebook  algo sobre Chemo Brain. Compartilho com vocês abaixo:
A quimioterapia vem sendo frequentemente citada como fator importante para a diminuição da função cognitiva, raciocínio, memória, atenção dos pacientes oncológicos. Esse mecanismo é chamado de “Chemo brain”, numa referência às alterações que podem ocorrer no cérebro.
Agora, um novo estudo mostra de forma cabal que a quimioterapia teve uma influência extremamente negativa na função cerebral de mulheres em tratamento para câncer de mama.
Os pesquisadores acompanharam 581 pacientes que precisaram de quimioterapia no pós-operatório, ou seja, com objetivo preventivo e as compararam com outras 364 pacientes que não fizeram quimioterapia após a cirurgia.
Nas mulheres que receberam a quimioterapia, o declínio na função cognitiva foi de 45,2%, cerca de 4 vezes maior na comparação com as pacientes que não receberam a quimio, para as quais o déficit cognitivo caiu 10,4%.
Mesmo nos testes antes do início do tratamento, as chances de declínio das funções cognitivos, que já existiam, subiram de 13% para 36%.
Os resultados mostram, com clareza, a relação entre a quimioterapia e novos estudos e estratégias precisam ser desenvolvidos para equacionar os potenciais prejuízos cerebrais do tratamento, fazendo com que os danos possam ser menores que os atuais.
#vencerocancer

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Não sou uma consultora em Câncer!

Queridos leitores,
Compreendo perfeitamente o desespero de algumas pessoas que me procuram pelo Facebook, ou mesmo por aqui, questionando várias coisas a respeito do câncer de ovário, porém, vale a pena ressaltar que, muitos desses questionamentos devem ser esclarecidos por seus médicos, pois sou uma paciente e não uma consultora em Câncer!
Perguntas do tipo: se já fui desenganada alguma vez, se o tumor estava muito avançado, se tinha metástase em outros órgãos e outras coisas do gênero, acabam por me incomodar! Tem outras pessoas então que relatam o laudo médico e perguntam o que eu acho! Sinceramente, não cabe a mim responder, não tenho conhecimento médico para tanto!
O intuito desse blog é informar, conscientizar, mas sem que eu me sinta invadida ou desconfortável, concordam? Curto demais poder ajudar, mas às vezes falta sensibilidade e sensatez em algumas pessoas!
Precisava desabafar com vocês!


domingo, 7 de maio de 2017

Como ser um bom amigo de um paciente oncológico!

Muitas pessoas se afastam dos pacientes oncológicos, justamente porque não sabem como lidar com a situação, não sabem o que dizer e como conviver com tamanha instabilidade emocional! Comigo não foi diferente! Como dizem, é justamente nos momentos difíceis que podemos ter a certeza de quem está mesmo disposto a estar do nosso lado, e são pouquíssimas as pessoas!
O Instituto Oncoguia publicou um artigo sobre o assunto, o qual compartilho com vocês!

Fato: A experiência de alguém com câncer é algo muito pessoal e única. Entretanto, se você se considera amigo de alguém que passa por um momento como esse, saiba que existem maneiras de tornar o processo um pouco mais empático, por exemplo, durante uma simples conversa. E se você anda se perguntando como falar sobre câncer, descubra o que é confortável de se ouvir e o que considero melhor evitar. Confira. 

Pergunte como ele está se sentindo hoje

Para começar, você precisa saber que cada tipo de câncer é diferente e, por esse motivo, cada paciente tem uma experiência única. E o que isso quer dizer? Seu amigo poderá experimentar dias bons e ruins e tudo isso será uma enorme montanha russa, dependendo de como ele estará se sentindo física e emocionalmente. É por isso que se você perguntar, "como está se sentindo hoje?" ao invés de um simples "Tudo bem?" ele provavelmente dará uma resposta mais precisa. Isto também permite maior liberdade para que ele fale sobre a sua atual condição.

Seja específico sobre a ajuda que pode oferecer

Se você quer fazer algo que genuinamente ajude um paciente com câncer, pergunte especificamente o que ele quer que você faça. Tente não abordar o tema de forma geral como "Se há algo que possa fazer,  apenas me avise.". Embora seja um oferecimento gentil, pode ser um problema para ele, imaginando o que pediria para você e também sentindo que pode vir a atrapalhar os seus planos. Em vez de complicar, seja preciso nas ações que você se sente confortável de oferecer, e isso vale desde preparar algumas refeições, cuidar dos filhos, fazer uma faxina, anotar recados ou levá-lo às consultas para que saiba que ele não está sozinho. Acredite, isso será algo muito significativo.

Esteja junto

A melhor forma para se comunicar com um paciente oncológico é estar totalmente presente. Ouça-o sem pensar em qualquer julgamento. Se ele se sente confortável com a sua presença, sentirá que você está 100% junto e passará, então, a dividir abertamente suas preocupações. Às vezes, só escutar já é em si o melhor a fazer. Como o que ele enfrenta nesse momento é um diagnóstico de câncer, você não poderá consertar esse momento ou oferecer uma cura, mas pode lhe oferecer um espaço seguro para que ele se sinta compreendido. No fundo, ele sabe que você não tem a solução, mas ele precisa saber que você pode estar ao lado dele nos bons e nos não tão bons momentos. Estas trocas se tornam muito poderosas e memoráveis.

Nem tão para cima, nem tão para baixo

Receber um diagnóstico de câncer representa enorme mudança de vida e tem quem queira deixar claro que ele, o paciente, se tornou um guerreiro e que espera que ele ganhe essa batalha. Vamos combinar: além de ter que lidar com todo processo oncológico, seu amigo enfrentará um bombardeio de mensagens para que ele seja corajoso diariamente. Isto poderá fazê-lo sentir-se mais no controle de sua doença, mas também fará com que se sinta péssimo em um dia ruim, já que não se sentirá sempre forte o suficiente para lidar com toda essa situação. 

Você não está errado em expressar sentimentos e frases clichês como "Você é MUITO forte, já venceu isso!", afinal, você apenas deseja que seu amigo se sinta mais confiante. Porém, as vezes isso pode parecer indiretamente como se ele não pudesse demonstrar qualquer vulnerabilidade. 
Pensando nisso, sugiro que diga  "Você é uma inspiração pra mim!" ou "Tenho aprendido muito com você...". Essas frases cumprimentam seus esforços, apesar de ter altos e baixos.

Diga alguma coisa. Mas não "qualquer" coisa

O câncer é uma doença de muitos conflitos, onde as pessoas sentem tanto receio que não sabem exatamente como reagir ou o que dizer ao escutar a notícia. Na verdade, ouvir alguém apenas mencionar essa palavra pode ser uma enorme surpresa. Mesmo assim, saiba que ficar em absoluto silêncio (ainda mais quando não estamos por perto), pode ser uma mensagem bastante mal interpretada. Você nem sempre saberá o que dizer, mas veja pelo lado positivo: as vezes, isso pode se transformar em uma grande oportunidade para ouvi-lo. Mesmo quando não souber o que dizer, não se afaste. Quer compreender melhor o diagnóstico dele? Estude! Procure sites de confiança, como o Oncoguia e receba informações de qualidade para não sair dizendo besteira ou "vendendo" remédios que prometem ser a cura do câncer.

Mas, não posso encerrar esse texto sem dizer à você para que não se cobre demais. O câncer não é um processo de tornar o chão aberto apenas ao paciente, ele é para todos os que escolheram estar por perto. E espero que meus conselhos o ajude na decisão de ser uma dessas pessoas. O melhor "truque" para lidar com essa situação sem gafes ou sensações ruins? Pergunte a si mesmo o que gostaria dos outros se VOCÊ fosse diagnosticado com câncer. Isso nunca falha...

Grande abraço e força,

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Dia 08 de maio, dia Mundial de Combate ao Câncer de Ovário!

Em 8 de maio de 2013 celebrou-se pela primeira vez o Dia Mundial do Câncer de Ovário. Nesse dia, as organizações contra o câncer de ovário de todo o mundo uniram-se para educar suas comunidades sobre aquele tipo de câncer e seus sintomas. Para as mulheres que vivem com a doença, bem como para suas famílias e pessoas amigas, o Dia Mundial do Câncer de Ovário criou, e continuará a criar, um sentimento de solidariedade na luta contra a doença.
Infelizmente, pouca coisa mudou nesses últimos quatro anos, pois ainda não existe um exame eficaz para detecção precoce desse mal que continua matando milhares de mulheres todos os anos!
A informação, embora ainda escassa no Brasil, uma vez que não há campanhas de peso para conscientização em massa, continua sendo a melhor defesa contra essa doença, que pode atingir qualquer mulher!
Saiba mais acessando o site:

Ovarian Câncer Day

sábado, 22 de abril de 2017

Começa recrutamento para a primeira vacina contra o cancro de ovário no mundo

20 de abril de 2017
Dr. Pramod Srivastava, da UConn Health anunciou que está começando a recrutar pacientes para o primeiro ensaio clínico de uma vacina personalizada contra o câncer de ovário no mundo. O objetivo: prevenir uma recaída freqüentemente letal da doença em mulheres diagnosticadas em estágios avançados.

A vacina, pioneira em oncoimunoterapia, trabalha impulsionando a resposta imune do paciente para permitir que destrua as células de câncer ovariano se eles ressurgirem. A FDA aprovou o teste para ensaios clínicos em humanos da terapia com a vacina experimental, após publicados os resultados da investigação mostrando a sua eficácia na redução do crescimento do cancro em modelos animais.

O novo ensaio clínico começará com a inscrição de 15 mulheres com câncer de ovário em estágio III ou IV no diagnóstico inicial ou primeira recaída, que serão acompanhadas de perto por dois anos - o período com maior risco de recorrência da doença.

Candidatos a ensaios clínicos são mulheres diagnosticadas com estágio avançado III ou IV de câncer de ovário, que terão uma cirurgia tradicional onde as amostras de tumor serão coletadas para a produção de vacinas, seguida de quimioterapia padrão. Se livre de câncer após o tratamento tradicional, as mulheres receberão cada uma das suas injeções de vacina personalizada uma vez por mês durante seis meses. Além disso, cada mês seu sangue será estudado e avaliado para resposta imune.

O ensaio clínico será liderado pela Dra. Susan Tannenbaum, chefe da Divisão de Hematologia e Oncologia do Carole e Ray Neag Comprehensive Cancer Center na UConn Health. Co-investigadores são Dr. Molly Brewer, presidente do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia e Karen Metersky, APRN.

Cada vacina contra o câncer de ovário é individualmente criada na UConn para cada mulher usando seu próprio DNA. Como uma impressão digital, o câncer de cada pessoa é geneticamente único.
"Estamos satisfeitos que este momento chegou", diz o inventor da vacina e especialista em imunoterapia, Dr. Pramod K. Srivastava, diretor do Neag Comprehensive Cancer Center na UConn Health. "Este ensaio clínico irá testar o poder do próprio sistema imunológico do paciente para prevenir a recorrência desta doença, muitas vezes fatal. Esperamos que esta vacina possa preencher a enorme lacuna nas opções de terapia para pacientes com câncer de ovário e potencialmente trazer uma solução a longo prazo e cura para Mulheres lutando contra a doença ".

Srivastava acrescenta: "Como este está
Julgamento é um primeiro de seu tipo, há muitas incógnitas. Esperamos que o estudo responda a algumas delas".

Cada vacina é individualizada para cada mulher e criada usando amostras de seu próprio DNA de suas células cancerosas não saudáveis ​​e suas células sanguíneas saudáveis. Durante um período de cerca de duas semanas, os cientistas seqüenciam e fazem uma referência cruzada ao DNA inteiro de ambas as fontes para identificar as diferenças genéticas mais importantes. Essas diferenças genéticas constituem o cartão de identificação, ou impressão digital, do câncer do paciente em particular, o que é diferente do cartão de identificação ou impressão digital do câncer de qualquer outra pessoa. Baseado na impressão digital do câncer, cientistas bioinformáticos liderados por Ion Mandoiu, PhD, da Escola de Ciências da Computação e Engenharia da UConn em Storrs projetam a vacina personalizada para direcionar as células cancerígenas do paciente específica para suas mutações genéticas.

De acordo com Srivastava, este ensaio de imunoterapia tem o potencial de lançar as bases para vacinas de câncer personalizadas genômicas semelhantes dirigidas contra outros grandes cancros, como próstata, bexiga, estômago, cólon, mama, pulmão e outros tipos de câncer.

Este ano, a American Cancer Society estima que cerca de 22.440 mulheres serão diagnosticadas com câncer de ovário e aproximadamente 14.080 mulheres vão morrer da doença. Por quê? Atualmente, não há nenhum teste de rastreio precoce para câncer de ovário e nenhum tratamento eficaz a longo prazo. Muitas vezes é diagnosticado em estádios avançados após surgirem sintomas não-específicos abdominais, como inchaço. Mas mesmo depois que uma mulher é tratada com sucesso com cirurgia tradicional e quimioterapia, a doença tem uma chance muito alta de voltar. Tragicamente, a maioria das mulheres morre dentro de cinco anos de seu diagnóstico.
Mais informações https://clinicaltrials.gov/ct2/show/NCT02933073?term=ovarian+uconn+health&rank=1

Fornecido por University of Connecticut

terça-feira, 18 de abril de 2017

5 anos de blogue e 400.000 acessos!


Olá leitores, tudo bem com vocês?
Nesse mês de abril, prestes a completar 5 anos na rede, o Blogue "Vaneios e Devaneios com um Câncer de Ovário" atingiu a marca de 400 mil acessos, estando, atualmente, com uma média de 13.000 visitas/mês por internautas do mundo todo!
É muito legal ter essa audiência, principalmente em se tratando de um assunto que ainda apavora tanta gente, como no caso do Câncer! Isso comprova que o meu objetivo, que é de desmistificar o câncer de Ovário, tem sido atingido!
Agradeço a todos que visitam esse blogue, comentam as postagens e curtem a página no Facebook!
Espero poder continuar o mantendo e fazendo dele um espaço para divulgação de informações e novidades sobre câncer de Ovário, como novos medicamentos, tratamentos, novas esperanças e muitas outras.
Beijos a todos!
Nanci

quinta-feira, 30 de março de 2017

Estadiamento do Câncer de Ovário

Equipe Oncoguia- Data de cadastro: 28/07/2014
O estadiamento descreve aspectos do câncer, como localização, se disseminou, e se está afetando as funções de outros órgãos do corpo. Conhecer o estágio do tumor ajuda na definição do tipo de tratamento e no prognóstico da paciente.

Sistema de Estadiamento TNM

O sistema de estadiamento utilizado para o câncer de ovário é o sistema TNM da American Joint Committee on Cancer. O sistema TNM utiliza três critérios para avaliar o estágio do câncer: o próprio tumor, os linfonodos regionais ao redor do tumor, e se o tumor se espalhou para outras partes do corpo.

TNM é abreviatura de tumor (T), linfonodo (N) e metástase (M):

T – Indica o tamanho do tumor primário e se disseminou para outras áreas.
N – Descreve se existe disseminação da doença para os linfonodos regionais ou se há evidência de metástases em trânsito.
M – Indica se existe presença de metástase em outras partes do corpo.

Tumor - Pelo sistema TNM, o T acompanhado de um número (0 a 4) é usado para descrever o tumor primário, particularmente o seu tamanho. Pode também ser atribuída uma letra minúscula "a" ou "b" com base na ulceração e taxa mitótica.

Linfonodo - O N no sistema TNM representa os linfonodos regionais, e também é atribuído a ele um número (0 a 3), que indica se a doença disseminou para os gânglios linfáticos. Pode também ser atribuída uma letra minúscula "a", "b", ou "c", conforme descrito abaixo.

Metástase - O M no sistema TNM indica se a doença se espalhou para outras partes do corpo.

Isto se assemelha ao sistema FIGO que é usado pela maioria dos oncologistas ginecológicos.

Tumor Primário (T)

TX - Tumor não pode ser avaliado.

T1 - O tumor está confinado nos ovários.
T1a - O tumor está apenas no interior de um ovário.
T1b - O tumor está em ambos os ovários.
T1c - O tumor está em um ou ambos os ovários, no revestimento externo, ou está no líquido retirado da pelve.

T2 - O tumor está em um ou ambos os ovários e se disseminou para os tecidos pélvicos.
T2a - Tem metástase para o útero ou trompas de Falópio.
T2b - Tem metástase nos tecidos pélvicos, útero e trompas de Falópio, mas, não no líquido retirado da pelve.
T2c - Tem metástase para o útero, ou trompas, ou tecidos pélvicos e no líquido retirado da pelve.

T3 - O tumor está em um ou ambos os ovários e se disseminou para o peritônio.
T3a - As metástases são pequenas, somente são visíveis sob um microscópio.
T3b - As metástases são visíveis, com tamanho até 2 cm.
T3c - As metástases são maiores do que 2 cm.

Trompas de Falópio (T)

TX - Tumor não pode ser avaliado.

Tis - As células cancerígenas estão apenas no revestimento interno da trompa de Falópio.

T1 - O tumor está apenas nas trompas de Falópio.
T1a - O tumor está apenas no interior de uma trompa de Falópio.
T1b - O tumor está em ambas às trompas de Falópio.
T1c - O tumor está em uma ou ambas as trompas de Falópio, cresceu através da parede exterior da trompa.

T2 - O tumor cresceu e se desenvolveu em uma ou ambas as trompas de Falópio até a pelve.
T2a - O tumor está crescendo dentro do útero ou dos ovários.
T2b - O tumor está crescendo em outras partes da pelve.
T2c - O tumor se disseminou a partir das trompas de Falópio e para outras partes da pelve.

T3 - O tumor se espalhou para fora da pelve e para o revestimento do abdome.
T3a - A doença se disseminou para fora da pelve, mas só é diagnosticada após biópsia.
T3b - As áreas de disseminação podem ser vistas a olho nu, com tamanho até 2 cm.
T3c - As áreas de disseminação são maiores do que 2 cm.

Linfonodo Regional (N)

NX - Linfonodo regional não pode ser avaliado.
N0 - Ausência de linfonodo comprometido.
N1 - Comprometimento dos linfonodos próximos ao tumor.

Metástase à Distância (M)

M0 - Ausência de metástase à distância.
M1 - Metástase à distância.

Estágio do Câncer


Estágio
T
N
M
I
T1
N0
M0
IA
T1a
N0
M0
IB
T1b
N0
M0
IC
T1c
N0
M0
II
T2
N0
M0
IIA
T2a
N0
M0
IIB
T2b
N0
M0
IIC
T2c
N0
M0
III
T3
N0
M0
IIIA
T3a
N0
M0
IIIB
T3b
N0
M0
IIIC
T3c
N0
M0
Qualquer
N1
M0
IV
Qualquer
Qualquer
M1


Significado dos Estágios do Câncer de Ovário

Estágio I - Tumor limitado aos ovários.
Estágio IA - T1a, N0, M0.
Estágio I B - T1b, N0, M0.
Estágio IC - T1c, N0, M0.

Estágio II - Tumor envolve um ou ambos os ovários e tem extensão para a pelve
Estágio IIA - T2a, N0, M0.
Estágio IIB - T2b, N0, M0.
Estágio IIC - T2c, N0, M0.

Estágio III - Tumor em um ou ambos os ovários, com implantes peritoneais fora da pelve e/ou linfonodos retroperitoneais ou inguinais positivos. Metástases hepáticas superficiais. Tumor limitado à pelve verdadeira, mas com extensão histologicamente confirmada para intestino delgado ou omento.
Estágio IIIA - T3a, N0,.
Estágio IIIB - T3b, N0, M0.
Estágio IIIC - Qualquer T, N1, M0, ou T3c, N0, M0.

Estágio IV - Tumor envolvendo um ou ambos os ovários, com metástases à distância ou metástases para fígado ou derrame pleural positivo para malignidade. Qualquer T, qualquer N, M1.

A quimioterapia para o cancro do ovário


Quimioterapia é o uso de drogas para tratar o câncer. Mais vulgarmente, a quimioterapia é um tratamento sistémico (drogas são administradas de modo a que entram na corrente sanguínea e alcançar todas as áreas do corpo). A quimioterapia sistémica pode ser utilizada em cancros que metastizaram (ter espalhado). Na maioria dos casos, em drogas de quimioterapia sistémica injectado numa veia (IV) ou por via oral utilizado. Para alguns casos de cancro do ovário, quimioterapia também pode ser injectada através de um cateter (tubo fino) directamente para dentro da cavidade abdominal. Isso é chamado de quimioterapia intraperitoneal (IP). Os fármacos que são administrados desta maneira são também absorvidos pela corrente sanguínea, de modo a quimioterapia IP é também um tipo de quimioterapia sistémica. Esta questão é discutida com mais detalhes mais adiante nesta seção.

A quimioterapia para o cancro do ovário epitelial

Na maioria das vezes, a quimioterapia para o cancro do ovário é uma combinação de dois ou mais fármacos administrados por via intravenosa a cada três a quatro semanas. A combinação de drogas parece ser mais eficaz no tratamento inicial de cancro do ovário do que a administração de apenas um medicamento.

O método convencional é a combinação de um composto de platina, tais como cisplatina ou carboplatina e um taxano tal como o paclitaxel (Taxol ® ) ou docetaxel (Taxotere ® ). Para a quimioterapia para ser administrado intravenosamente, a maioria dos médicos favorecer carboplatina sobre cisplatina e causa menos efeitos secundários e é igualmente eficaz.

O tratamento de quimioterapia tipicamente com cancro epitelial do ovário envolve três a seis ciclos. Um ciclo é um programa de doses regulares de um fármaco, seguido por um período de descanso. Ciclos de variar com diferentes drogas; O seu médico irá dizer ao programa que foi planejado para a quimioterapia.

câncer epitelial de ovário, muitas vezes encolhe ou mesmo parece desaparecer com a quimioterapia, mas, eventualmente, as células cancerosas podem começar a crescer novamente. Se a primeira quimioterapia parecia estar a trabalhar e câncer desapareceu por um longo período (pelo menos 6 a 12 meses), você pode ser tratada com ciclos adicionais da mesma quimioterapia que foi usada pela primeira vez. Em alguns casos, você pode usar diferentes medicamentos. Algumas outras drogas de quimioterapia que são úteis no tratamento de cancro do ovário incluem:

Paclitaxel à base de albumina (nab-paclitaxel, Abraxane ® ).
Altretamina (Hexalen ® ).
Capecitabina (Xeloda ® )
A ciclofosfamida (Cytoxan ® )
Etoposido (VP-16)
Gemcitabina (Gemzar ® )
Ifosfamida (Ifex ® )
O irinotecano (CPT-11, Camptosar ® ).
Doxorrubicina lipossomal (Doxil ® )
Melfalano.
Pemetrexed (Alimta ® )
topotecano
A vinorelbina (Navelbine ® )

Diferentes combinações de fármacos utilizados para tratar tumores de células germinais são descritos abaixo na secção " Tratamento de tumores de células germinais do ovário ".

As drogas quimioterápicas matar células cancerosas, mas também danificar algumas células normais. Portanto, o seu médico deve ser dada atenção para evitar ou minimizar os efeitos colaterais, que dependem do tipo de droga, a quantidade ea duração do tratamento.

efeitos colaterais temporários e comuns incluem:

Náuseas e vómitos
Perda de apetite
Queda de cabelo
Irritações mão e pé.
úlceras na boca
Porque a quimioterapia pode danificar as células formadoras de sangue de medula óssea, os pacientes podem ter níveis baixos de células sanguíneas. Isso pode resultar:

Maior chance de infecção (causada por uma escassez de glóbulos brancos).
Sangramento ou hematomas após cortes ou ferimentos leves (causada por uma escassez de plaquetas).
Fadiga (causado pela baixa de glóbulos vermelhos).
A maioria dos efeitos colaterais desaparecem quando o tratamento é interrompido. O cabelo vai crescer de volta após o término do tratamento, embora ele pode parecer diferente ao anterior um . Não são remédios para muitos dos efeitos colaterais da quimioterapia. Por exemplo, você pode administrar medicamentos para a prevenção e tratamento de náuseas e vómitos. Para mais informações sobre a quimioterapia e seus efeitos colaterais, consulte o nosso documento intitulado A quimioterapia Guia .

Algumas drogas da quimioterapia pode causar longa - efeitos colaterais prazo ou mesmo permanente. Por exemplo, a cisplatina pode causar danos nos rins. Para ajudar a evitar isso, muitos médicos administrar fluidos intravenosos antes e depois de tomar este medicamento. Tanto a cisplatina e o taxano pode causar danos nos nervos ( neuropatia ). Isso pode causar problemas com formigamento, dormência ou dor nas mãos e pés. Em adição, a cisplatina pode causar danos nos nervos do ouvido, o que pode causar a perda de audição ( ototoxicidade ). Em adição, outros medicamentos podem causar outros efeitos colaterais. Portanto, pergunte ao seu médico quais os efeitos secundários que esperar das drogas que você estará recebendo. A maioria dos efeitos colaterais melhorar uma vez que o fim do tratamento, embora alguns possam durar um longo tempo e talvez nunca vão embora completamente.

Além disso, a quimioterapia pode causar menopausa prematura e infertilidade (incapacidade para engravidar), que pode ser permanente. Este é um problema raro no tratamento de cancro epitelial do ovário, porque a maioria das mulheres têm ambos os ovários removidos como parte do tratamento.

Raramente, algumas drogas podem danificar permanentemente a medula óssea. Isto pode causar, subsequentemente, um cancro de medula óssea, tais como a síndrome mielodisplásica ou leucemia mielóide aguda. Isso é chamado de cancro secundário. Sua equipe de tratamento do câncer sabe que as drogas podem causar esses problemas e falar com você sobre essa possibilidade. Os potenciais benefícios que estes medicamentos oferecem para tratar o câncer de ovário compensar a pequena chance de que qualquer uma dessas outras causas de câncer.

quimioterapia intraperitoneal

Na quimioterapia intraperitoneal para o cancro do ovário, a administração da droga com paclitaxel por via intravenosa (IV), cisplatina e paclitaxel drogas na cavidade abdominal através de um cateter (tubo fino) é injectado. O tubo pode ser colocado durante a cirurgia que é feito para determinar o estádio do cancro ou cirurgia debulking, mas, por vezes, que é colocado numa data posterior. Se feito em uma data posterior, um cirurgião pode colocar usando laparoscopia, radiologista intervencionista ou um sob orientação radiográfica. Tipicamente, o cateter está ligado a uma porta , um disco do tamanho de um meio dólar coberto com um diafragma flexível. A porta é colocada sob a pele contra uma estrutura óssea da parede abdominal, tal como uma nervura ou osso pélvico. É possível colocar uma agulha através da pele e a porta de administrar a quimioterapia e outras drogas. Eventualmente, você pode raramente ocorrem com os problemas do cateter, uma vez que pode cobrir, infectar ou danificar o intestino.

Quando a administração de quimioterapia, desta forma, a droga mais concentrada para células cancerosas na dose cavidade abdominal é entregue. Esta quimioterapia também é absorvido pela corrente sanguínea e pode atingir células de cancro do lado de fora da cavidade abdominal. quimioterapia intraperitoneal funciona bem, mas os efeitos colaterais são muitas vezes mais grave do que com a quimioterapia regular. Em estudos envolvendo mulheres com cancro avançado do ovário, os que recebem quimioterapia intraperitoneal tinham dor mais abdominal, náusea, vómitos, e outros efeitos colaterais em comparação com as mulheres que receberam quimioterapia por via intravenosa. Os efeitos colaterais realmente fazer algumas mulheres interromper o tratamento antes da conclusão. No entanto, as mulheres que receberam quimioterapia intraperitoneal viveram mais tempo do que as mulheres que receberam quimioterapia regular.

Actualmente, apenas intraperitoneal quimioterapia é administrado algumas mulheres com cancro do ovário que se espalhou no abdómen. Só que ele estudou em mulheres cujo câncer não se espalhou para fora do abdômen (Fase III) e eles tinham tumores maiores que 1 cm após a cirurgia (debulking ideal). Além disso, porque pode ser tão tóxico, a função renal de mulheres tem que ser normal e precisa estar em boa saúde, para que seu médico está disposto a tratar quimioterapia intraperitoneal. Nem pode apresentar muitas aderências ou tecido cicatricial no interior do abdómen, como esta quimioterapia pode impedir espalhar bem.

tumores de células germinativas

Muitas vezes, os pacientes com cancro das células germinativas necessitar de tratamento com uma combinação de quimioterapia. A combinação usada mais frequentemente chamado de PEB (ou MPA), incluindo drogas de quimioterapia cisplatina (Platinol), etoposido, e bleomicina. Disgerminomas normalmente são muito sensíveis à quimioterapia, e, por vezes, podem ser tratados com carboplatina menos tóxico e etoposido. Eles podem usar outras combinações de drogas se o cancro não responde ao tratamento ou para tratar o câncer que retornou (voltar). Estes incluem:

NOTA: o paclitaxel (Taxol), ifosfamida e cisplatina
VeIP vinblastina, ifosfamida e cisplatina.
VIP: etoposido (VP-16), ifosfamida e cisplatina.
A quimioterapia para tumores de células germinativas causar alguns dos mesmos riscos e efeitos colaterais do que a quimioterapia para o cancro do ovário efeitos epiteliais. Estes incluem:

Náuseas e vómitos
Perda de apetite
Queda de cabelo
Maior chance de infecção (causada por uma escassez de glóbulos brancos).
Sangramento ou hematomas após cortes ou ferimentos leves (causada por uma escassez de plaquetas).
Fadiga (causado pela baixa de glóbulos vermelhos).
Outros efeitos secundários incluem danos possíveis rim causado pela cisplatina. Para ajudar a evitar isso, muitos médicos administrar fluidos intravenosos antes e depois de tomar este medicamento. Tanto a cisplatina e o taxano pode causar danos nos nervos ( neuropatia ). Isso pode causar problemas com formigamento, dormência ou dor nas mãos e pés. Em adição, a cisplatina pode causar danos nos nervos do ouvido, o que pode causar a perda de audição ( ototoxicidade ). Raramente, bleomicina pode causar danos nos pulmões, de modo que os médicos podem encomendar testes de função pulmonar antes de usar este medicamento. Ifosfamida pode causar cistite hemorrágica (irritação e hemorragia do revestimento da bexiga). Normalmente, isto pode ser evitado pela administração de mesna a droga com ifosfamida.

Além disso, outros efeitos secundários, dependendo das drogas utilizadas podem ocorrer. Portanto, pergunte ao seu médico quais os efeitos secundários que esperar das drogas que você estará recebendo.

A maioria dos efeitos colaterais melhorar uma vez que o fim do tratamento, embora alguns possam durar um longo tempo e talvez nunca vão embora completamente.

Além disso, a quimioterapia pode causar menopausa prematura e infertilidade (incapacidade para engravidar), que pode ser permanente. Esta pode ser uma preocupação especial para as mulheres jovens tratados por tumores de células germinativas.

Raramente, algumas drogas podem danificar permanentemente a medula óssea. Isto pode causar, subsequentemente, um cancro de medula óssea, tais como a síndrome mielodisplásica ou leucemia mielóide aguda. Isso é chamado de cancro secundário. Sua equipe de tratamento do câncer sabe que as drogas podem causar esses problemas e falar com você sobre essa possibilidade.

tumores do estroma

tumores do estroma do ovário não são muitas vezes tratados com quimioterapia. No entanto, quando usado este tratamento é utilizado mais frequentemente a combinação de carboplatina com paclitaxel ou PEB (cisplatina / cisplatina, etoposido, e bleomicina).

A quimioterapia para tumores de células do estroma causar alguns dos mesmos riscos e efeitos colaterais do que a quimioterapia para o cancro do ovário efeitos epiteliais. Entre estes inclui:

Náuseas e vómitos
Perda de apetite
Queda de cabelo
Maior chance de infecção (causada por uma escassez de glóbulos brancos).
Sangramento ou hematomas após cortes ou ferimentos leves (causada por uma escassez de plaquetas).
Fadiga (causado pela baixa de glóbulos vermelhos).
Outros efeitos secundários incluem danos possíveis rim causado pela cisplatina. Para ajudar a evitar isso, muitos médicos administrar fluidos intravenosos antes e depois de tomar este medicamento. Tanto a cisplatina e o taxano pode causar danos nos nervos ( neuropatia ). Isso pode causar problemas com formigamento, dormência ou dor nas mãos e pés. Em adição, a cisplatina pode causar danos nos nervos do ouvido, o que pode causar a perda de audição ( ototoxicidade ). Raramente, bleomicina pode causar danos nos pulmões, de modo que os médicos podem encomendar testes de função pulmonar antes de usar este medicamento. Ifosfamida pode causar cistite hemorrágica (irritação e hemorragia do revestimento da bexiga). Normalmente, isto pode ser evitado pela administração de mesna a droga com ifosfamida.

Além disso, outros efeitos secundários, dependendo das drogas utilizadas podem ocorrer. Portanto, pergunte ao seu médico quais os efeitos secundários que esperar das drogas que você estará recebendo.

A maioria dos efeitos colaterais melhorar uma vez que o fim do tratamento, embora alguns possam durar um longo tempo e talvez nunca vão embora completamente.

Além disso, a quimioterapia pode causar menopausa prematura e infertilidade (incapacidade para engravidar), que pode ser permanente.

Raramente, algumas drogas podem danificar permanentemente a medula óssea. Isto pode causar, subsequentemente, um cancro de medula óssea, tais como a síndrome mielodisplásica ou leucemia mielóide aguda. Isso é chamado de cancro secundário. Sua equipe de tratamento do câncer sabe que as drogas podem causar esses problemas e falar com você sobre essa possibilidade.

Para mais informações sobre a quimioterapia e seus efeitos colaterais, consulte o nosso documento intitulado A quimioterapia Guia .

Escrito por:  Equipe de editores e equipe de editores médicos da American Cancer Society

Tratamento do Câncer de Ovário Epitelial Invasivo segundo Estágio da Doença

Equipe Oncoguia- Data de cadastro: 28/07/2014 - Data de atualização: 28/07/2014
O primeiro passo no tratamento da maioria dos estágios do câncer de ovário é a cirurgia para retirar o tumor e fazer o estadiamento da doença.

Estágio I

O tratamento inicial para o câncer de ovário estágio I é a cirurgia para remoção do tumor. Na maioria das vezes o útero, as trompas de Falópio e os ovários são retirados (histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateral).

Nos estágios IA e IB (T1a ou T1b, N0, M0), o tumor foi diagnosticado em um ou ambos os ovários, sem ter-se espalhado para os linfonodos ou outros órgãos. O tratamento pós-operatório depende do grau do tumor.

O tumor é de grau 1, quando as células cancerosas se parecem muito com células ovarianas normais. O prognóstico é bom e a maioria das pacientes não necessitam de tratamento após a cirurgia. Se alguma paciente com grau 1, câncer de ovário estágio IA deseja ter filhos após o tratamento, a cirurgia inicial pode ser modificada. Em vez de retirar o útero, ambos os ovários e ambas as trompas de Falópio, o cirurgião pode retirar apenas o ovário que contém o tumor e a trompa de Falópio do mesmo lado.

Para um tumor grau 2, as pacientes são observadas de perto após a cirurgia sem tratamento adicional ou são tratadas com quimioterapia. A quimioterapia administrada consiste na combinação de carboplatina e paclitaxel, por 3 a 6 ciclos, cisplatina pode ser usada no lugar da carboplatina, e docetaxel em vez do paclitaxel.

Os tipos de tumores grau 3 não se parecem muito com o tecido ovariano normal, sob o microscópio. O tratamento destes tumores geralmente inclui quimioterapia.

Para o estágio IC (T1c, N0, M0), a cirurgia padrão para remoção do tumor ainda é o primeiro tratamento. Após a cirurgia, é recomendada quimioterapia, geralmente 3 a 6 ciclos de com carboplatina e paclitaxel.

Estágio II

Para todos os tumores estágio II, o tratamento começa com a cirurgia para estadiamento e diminuição do tamanho do tumor. Isso inclui histerectomia e salpingo-ooforectomia bilateral, com retirada do máximo volume possível do tumor.

Após a cirurgia, é recomendado pelo menos 6 ciclos de quimioterapia. A combinação de carboplatina e paclitaxel é a mais frequentemente utilizada. Algumas mulheres com câncer de ovário estágio II são tratadas com injeção intraperitoneal de medicamentos quimioterápicos, em vez de quimioterapia intravenosa.

Estágio III

Os estágios IIIA, IIIB e IIIC recebem as mesmas terapias que o estágio II. Primeiramente é realizado o estadiamento cirúrgico com diminuição do tamanho do tumor (como no estágio II). Nesse procedimento, o útero, as trompas de Falópio, os ovários e omento são retirados, retirando o máximo possível do tumor. O objetivo da cirurgia é não deixar nenhum tumor maior do que 1 cm.

Às vezes o tumor se desenvolveu sobre os intestinos, e, para retirá-lo parte do intestino precisará ser removido. Às vezes partes de outros órgãos, como bexiga ou fígado, precisam ser removidas para a retirada do tumor.

Após a recuperação cirúrgica, é administrada uma combinação de medicamentos quimioterápicos. Na maioria das vezes, essa combinação é de carboplatina (ou cisplatina) e um taxano, como o paclitaxel, administrada via intravenosa durante 6 ciclos. Outra opção é administrar a químio intra-abdominal ou intraperitoneal após a cirurgia.

Após a cirurgia, e durante e após a quimioterapia, devem ser realizados exames de sangue, do marcador tumoral CA-125 e exames de imagem para avaliar a resposta ao tratamento.

As pacientes sem condições físicas para realizar a cirurgia de diminuição do tamanho do tumor são inicialmente tratadas com quimioterapia. Se a quimioterapia responder e a paciente tiver melhores condições físicas, pode ser realizada a cirurgia, muitas vezes seguida por mais quimioterapia. Na maioria das vezes, são administrados 3 ciclos de químio antes da cirurgia, com pelo menos mais 3 ciclos após a cirurgia.

Terapia de consolidação - Para alguns pacientes, pode ser recomendada a administração de quimioterapia adicional após o tratamento inicial, mesmo que já não existam sinais da doença. Esse procedimento, denominado de manutenção ou terapia de consolidação, tem o objetivo de destruir as células cancerígenas remanescentes e impedir uma recidiva. Um estudo mostrou que administrar paclitaxel, a cada 4 semanas, por um ano, aumentou o tempo livre de doença, mas não aumentou a sobrevida. Outro estudo, que administrou os medicamentos em um esquema diferente, não encontrou benefícios. Isso ainda está sendo estudado em estudos clínicos.

Estágio IV

No estágio IV, a doença se espalhou para outros órgãos, como fígado, pulmões ou osso. Neste estágio, a cura já não é possível com os tratamentos atuais, mas, ainda assim pode ser tratada. Os objetivos do tratamento são ajudar os pacientes a se sentirem melhor e aumentar a sobrevida. O estágio IV pode ser tratado como estágio III, com retirada cirúrgica do tumor e diminuição do tamanho do tumor, seguido de quimioterapia. Outra opção é tratar inicialmente com quimioterapia. Na maioria das vezes, são administrados 3 ciclos antes da cirurgia, mais 3 ciclos após a cirurgia. Outra opção é a de limitar o tratamento para os que visem apenas melhorar o conforto. Este tipo de tratamento é chamado paliativo.

Recidiva

A recidiva pode ser local ou para outros órgãos. Tumores persistentes são aqueles que nunca são totalmente curados com o tratamento. O carcinoma epitelial de ovário avançado, muitas vezes recidiva meses ou anos após o tratamento inicial.

Às vezes, é recomendado fazer outra cirurgia. A maioria das pacientes com recidiva de câncer de ovário são tratadas com algum tipo de quimioterapia. Os medicamentos utilizados vão depender do que a paciente já recebeu em tratamentos anteriores e sua resposta aos medicamentos utilizados.

Algumas mulheres podem receber vários esquemas diferentes de quimioterapia durante muitos anos. Além disso, algumas pacientes podem ser beneficiadas com a hormonioterapia, com anastrozol, letrozol ou tamoxifeno. Pacientes que não fizeram quimioterapia inicialmente podem ser tratadas com os mesmos medicamentos utilizados para o câncer recém diagnosticado, geralmente com carboplatina e paclitaxel.

Altas doses de quimioterapia com transplante de células tronco têm sido utilizadas para pacientes com recidiva ou persistência. Este tratamento tem importantes efeitos colaterais, no entanto, não foi comprovado que aumente a sobrevida. Ele é realizado como parte de estudos clínicos, que estão avaliando melhorias para este procedimento.

Tratamentos paliativos - Um problema comum que pode ocorrer em mulheres com câncer de ovário é o acúmulo de líquido no abdome, denominado ascite, que pode ser muito desconfortável mas, que pode ser tratado com paracentese. Às vezes, se recomenda quimioterapia intraabdominal. O tratamento com bevacizumab também pode ser uma opção. Estes tratamentos podem aliviar os sintomas em algumas pacientes e, raramente, prolongam a sobrevida.

O câncer de ovário pode causar obstrução no trato intestinal, provocando dor abdominal, náuseas e vômitos. Muitas vezes, pode ser necessária a realização de uma cirurgia para desobstruir o intestino. Para deixar a paciente confortável, é colocado um cateter através da pele até o estômago de modo a permitir que os sucos gástricos drenem e não bloqueiem totalmente o trato digestivo. Isso pode reduzir as dores, náuseas e vômitos.

Em algumas pacientes, a cirurgia pode ser realizada para aliviar a obstrução intestinal. O procedimento é oferecido apenas para as pacientes que estão bem o suficiente para receberem tratamentos adicionais após a cirurgia.

CÂNCER DE OVÁRIO - NOSSA VOZ GANHANDO FORÇAS

Há 5 anos atrás muito pouco se ouvia falar sobre câncer de ovário! Muitas mulheres diagnosticadas com ca de ovário  sofriam caladas e isol...