quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Exame de sangue em estudo pode detectar câncer em estágio inicial


Teste identifica rastros do código genético de vários tipos de tumores. Biópsia líquida deve estar disponível aos pacientes no prazo de 2 a 5 anos.
Um dos centros de pesquisas médicas mais importantes do mundo anunciou nesta quarta-feira (16) o desenvolvimento de um exame de sangue que pode descobrir o câncer bem no começo.
Quando se trata de câncer, que mata mais de oito milhões de pessoas no mundo todos os anos, os médicos têm um desafio em comum: como detectar a doença antes de o paciente apresentar sintomas? Os exames atuais, muitas vezes, não conseguem identificar tumores em estágios iniciais.
Só que isso está para mudar. Os pesquisadores transformaram um simples exame de sangue em uma nova forma de fazer diagnóstico. Tumores, mesmo nos estágios iniciais, liberam partículas de DNA no sangue. Agora, essas pistas genéticas estão sendo identificadas com alta precisão.
O doutor Alessandro Leal foi oncologista no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulox, e agora faz parte da equipe do Hospital Johns Hopkins, um dos mais importantes do mundo. Ele participou da pesquisa divulgada nesta quarta-feira (16), que conseguiu melhorar e acelerar o relógio do diagnóstico do câncer.
“Nós temos uma precisão de quase 100% em dizer que essa alteração vem de uma célula tumoral”.
Os pesquisadores conseguiram criar um método minimamente invasivo, que identifica rastros do código genético de vários tipos de tumores no sangue.
“Nós utilizamos informação de DNA de 200 pacientes com tumores de mama, ovário, intestino e pulmão. São cânceres extremamente frequentes na população e, quando diagnosticados em fase avançada, a chance de cura é praticamente zero”, conta Alessandro Leal.
Ao detectar o câncer em estágio inicial, a chamada biópsia líquida pode aumentar as chances de cura e sobrevida. Segundos os pesquisadores, o novo exame deve estar disponível para pacientes em um prazo de dois a cinco anos.

13 coisas para lembrar quando alguém que amamos tem câncer

Por: Equipe Oncoguia

Quando alguém que amamos se depara com algo tão desconhecido e imprevisível quanto um diagnóstico de câncer, tudo a sua volta parece desmoronar! O que você faz? O que você diz? Como você pode ajudá-lo? Como você pode se ajudar?

Se você está passando por essa situação, aqui estão algumas coisas que você deve se lembrar:

Esqueça tudo o que você acha que sabe sobre o câncer

Cada caso é um caso. Não existe uma regra quando se fala de câncer. E a interpretação também pode variar. Você encara a situação de um jeito, mas seu ente querido pode encarar de outro, completamente diferente. Você pode ler inúmeros livros e artigos sobre a doença, mas a verdade é que cada caso é um caso, afinal o câncer se comporta de maneira imprevisível, seja para melhor ou para pior.

Pessoas com câncer não querem falar apenas sobre o câncer

As pessoas que estão enfrentando um câncer não querem conversar apenas sobre a doença. Muitas vezes elas só querem falar sobre as mesmas coisas que pessoas saudáveis falam, como, por exemplo, seu time favorito ou o último filme que assistiram. Guarde a "conversa sobre o câncer”  para a próxima consulta médica... a menos que ela queira falar sobre a doença.

Às vezes a única coisa que você precisa fazer é escutar

Uma pessoa com câncer provavelmente entende que você não compreende de fato o que ela está passando, assim como também não espera conselhos que não foram pedidos, muito menos  uma enxurrada de mensagens motivacionais. Algumas vezes essas pessoas precisam apenas de alguém para ouvi-los. Ser essa pessoa é mais importante do que você imagina.

Alguém com câncer precisa de encorajamento, não de conselhos

Se seu ente querido tem um médico de confiança, ele provavelmente irá aconselhá-lo adequadamente sobre a doença. De você, ele pode querer apenas força: alguém que segure a barra com ele. Alguém que diga "eu estarei sempre ao seu lado, nós vamos passar por isso”.

Um pequeno gesto pode ser um grande gesto

Um gesto simples como pegar o jornal ou dar uma passada pra ver se está tudo bem pode significar para ele muito mais do que você imagina. São as pequenas coisas as que realmente fazem a diferença.

Esteja atento

Seu ente querido nem sempre se sente confortável ou capaz de pedir ajuda. Fique atento, por suas palavras ou sua expressão corporal que podem dizer muitas coisas. Alguém acostumado a ser independente pode não se sentir confortável quando percebe que está começando a depender dos outros para fazer coisas que antes faziam sozinhos. Ofereça ajuda. Pergunte o que ele precisa!

Seja paciente

Assim como você, a pessoa com câncer também não sabe como lidar com a doença na maioria das vezes. Muitas vezes as pessoas acabam frustradas e isso também acaba refletindo. Seja paciente. Respire fundo e siga em frente. Cuidar de alguém com câncer é uma tarefa cheia de reviravoltas e becos aparentemente sem saídas. Não é fácil, mas você pode tornar as coisas um pouco menos difíceis!

Seja positivo

Isso não significa que você precisa manter um discurso motivacional o tempo todo ou evitar falar sobre as coisas negativas que estão acontecendo. Apenas ajude a deixar o ambiente mais leve. Dê incentivo quando perceber que ele está passando por um momento particularmente difícil, assim como você gostaria que fizessem com você. Avise que você está ali para ajudar, no que precisar.

Saiba o momento de dar espaço

Não leve para o lado pessoal se o seu ente querido aparenta estar querendo te afastar. Provavelmente não é a intenção dele. Todo mundo sofre do seu jeito, e as vezes, a pessoa pode estar precisando apenas ficar sozinho. Respeite as suas necessidades e deixe claro que, se precisarem, você está disposto ajudar. Mas não insista.

Não diga que você sabe o que o outro está passando

Cada câncer é um câncer e cada um lida com isso da sua maneira. O mesmo tipo de câncer pode afetar os indivíduos de forma diferente. Você pode até ter passado por experiências traumatizantes ou até mesmo ter vencido um câncer, mas essa não é a hora de resgatar essas experiências para mostrar a seu ente querido que você entende o que ele está passando.

Respeite suas decisões, mesmo não concordando

Uma coisa é fato: as decisões sobre o tratamento são do paciente. Se ele tomou uma decisão sem pedir a sua opinião, ou até mesmo se você não concorda com a conduta do tratamento, essa não é a hora de dar a sua opinião. As pessoas que estão passando por isso acabam perdendo o controle de muitas coisas na sua vida, então deixe que pelo menos isso ele possa decidir. Essa momento pertence a eles.

Você também precisa de apoio (mas não de seu ente querido que está com câncer)

O diagnóstico da doença de um ente querido pode realmente te abalar. Não é fácil cuidar de alguém querido e ter que lidar com os próprios sentimentos ao mesmo tempo. Você também pode precisar de apoio, isso é normal, mas buscar ou esperar esse apoio justamente dessa pessoa que precisa tanto do seu apoio não é oportuno. Procure outra pessoa, um amigo, um familiar, ou até mesmo um profissional se achar necessário. Essa ajuda pode ser essencial para te dar forças para ajudar quem mais precisa de você.

Ainda existe uma pessoa atrás de tanto sofrimento

E é uma pessoa muito querida. O tratamento e a doença por si só já são capazes de mudar uma pessoa. As vezes esse impacto é tão grande que você não é mais capaz de reconhece-la. Mas ela ainda está lá. Ainda é a mesma pessoa que você conhece e tanto ama. Releve as mudanças negativas. Acima de tudo, lembre que apesar do que possa acontecer, vocês vão passar por isso juntos e logo as coisas voltarão a ser como antes, ou até melhor.

Conheça o Instituto Oncoguia:www.oncoguia.org.br

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Meus projetos...



Dei-me conta que meus atuais projetos são todos a curto prazo: de quatro em quatro meses!
Que loucura isso!
É isso mesmo.  Não é pessimismo não.  É realidade. Depois que o câncer vem uma vez,  ele fica na espreita,  esperando outra oportunidade para entrar em cena. Se vai esperar um ano ou dez, ou vai sumir de vez,  é uma incógnita. Mas não podemos deixar de planejar, devemos viver intensamente cada minuto. Nosso futuro passa a ser um talvez. Não temos como fugir disso. A gente sempre espera que tudo vá ficar bem e vamos em frente. Vamos desafiando o futuro e fazendo o que nos faz feliz.
(Colaboração de Marcia Presley)

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Especialista do Japão expõe limitações e avanços no manejo do câncer ovariano

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Em entrevista exclusiva à Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), o Dr. Keiichi Fujiwara, professor associado do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Kawasaki Medical School, em Kurashiki-City, Japão, comenta as principais novidades em câncer de ovário. Por sua atuação na área clínica e em pesquisa, o Dr. Fujiwara tornou-se membro do grupo de trabalho de câncer ovariano do Instituto Nacional do Câncer (NCI) dos Estados Unidos. Também é presidente do Departamento de Oncologia Ginecológica da Saitama Medical University. A seguir, o especialista destaca as limitações e os avanços em rastreamento, preservação da fertilidade, benefícios e malefícios da hormonioterapia, potencial dos testes genéticos, terapias-alvo e imunoterapia.

O rastreamento ainda é um grande desafio quando se pensa em câncer de ovário? Quais são as perspectivas de avanço a esse respeito?

A triagem para câncer de ovário ainda é desafiadora. Algumas pesquisas demonstraram que a combinação do padrão de mudança de CA125 e o uso de ultrassonografia pode ser útil, mas até agora não se tornou padrão.

Como é a relação entre tratamento e preservação da fertilidade hoje?

A preservação da fertilidade é considerada quando a paciente possui tumores de células germinativas (e não um câncer epitelial comum), mesmo na doença avançada. No entanto, nos casos de câncer epitelial, somente pacientes com doença em estágio IA podem ser candidatas à preservação da fertilidade.

Como você avalia a relação entre tratamentos hormonais (contraceptivo, reposição hormonal pós-menopausa) e mortalidade por câncer de ovário?

Sabe-se que o uso de contraceptivos reduz o risco de câncer de ovário em um terço. Em relação à terapia de reposição hormonal, o risco de ocorrência de câncer de ovário é controverso, mas ela pode conferir maior risco. O uso da terapia de reposição hormonal após o tratamento do câncer de ovário também é controverso. Portanto, é recomendável fazer um julgamento de seu uso com base nos benefícios de acordo com o perfil da paciente, a partir de critérios tais como idade e eficácia de tratamentos anteriores.

Quais os progressos obtidos nos últimos anos em relação às terapias-alvo e à imunoterapia?

A principal notícia relacionada ao câncer de ovário é que um dos inibidores de PARP, o olaparibe, tornou-se disponível para pacientes com câncer de ovário de caráter recorrente sensível à platina e que possuem mutação germinativa do gene BRCA. Até agora, todos os agentes imunoterápicos estão sob investigação para o câncer de ovário.

Qual é o potencial dos testes genéticos para prevenir e tratar o câncer de ovário?

A mutação BRCA1 ou BRCA2 será o teste genético potencial para todas as pacientes com câncer de ovário epitelial, pois agora é sabido que elas poderiam ser o alvo do inibidor de PARP, que se tornou disponível para aquelas pacientes com mutações germinativas em BRCA. Para as mulheres que têm uma história familiar significativa de câncer de mama ou câncer de ovário, será relevante ter o teste genético para BRCA. O teste deve ser realizado na clínica ou hospital onde o aconselhamento genético apropriado estiver disponível.

A cirurgia de remoção de ovário é uma medida preventiva importante? Considera-se que a remoção do ovário é eficaz para prevenir o câncer em mulheres que sabem ter mutação germinativa nos genes BRCA. No entanto, é importante considerar que a probabilidade de desenvolver câncer de ovário aos 70 anos é de apenas 35% a 46%para as mulheres com mutação BRCA1 e de 13% a 23% em mulheres com mutação BRCA2. O risco e o benefício da cirurgia preventiva de remoção de ovário devem ser profundamente discutidos com os médicos.
Fonte: Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica - 08/08/2017

CABELOS APÓS A QUIMIOTERIA: o que pode e o que não pode? – com Dr.ª Roberta Peres.

Depois do câncer e o tratamento oncológico, o cabelo muda de textura?  Nasce mais branco? Será que pode pintar o cabelo após a quimioterapia? A equipe do Viver Eu Quero tem recebido muitas dúvidas sobre tratamentos estéticos após a quimioterapia ou radioterapia e decidimos fazer um especial de matérias sobre tema.

Hoje começaremos especificamente com o tema cabelos e pêlos.

Levamos as dúvidas dos nossos leitores à Dr.ª Roberta Peres, dermatologista especializada em medicina estética e que já possui a experiência de tratar, em sua área, diversos pacientes oncológicos.

Bora conferir!




VIVER EU QUERO (VEQ) –  É verdade que o cabelo pode voltar diferente? Quem tinha cabelo liso pode ficar com cabelo cacheado e vice-versa? Há uma explicação científica para este fenômeno?

DR.ª ROBERTA PERES  (RP) – “É verdade sim. A quimioterapia altera as células germinativas do couro cabeludo, de forma que elas acabam morrendo. Quando os fios voltam a crescer, eles crescem em ciclos diferentes, primeiro mais grossos, depois mais finos, o que deixa o cabelo desigual. Além disso, ocorre uma redução da espessura do fio, por isso, é normal o cabelo ficar mais ondulado e um pouco mais frágil no início.”

(VEQ) – E quanto à pigmentação? Muitos pacientes reclamam que o cabelo retorna com mais fios brancos. É um fato?

(RP) – “Sim, mas a tendência é normalizar.”

(VEQ) – Pacientes que tiveram um câncer nunca mais poderão pintar os cabelos ou usar outros produtos químicos? Há alguma evidência de que o uso de tais produtos propicie uma recidiva?

(RP) – “Não. Eu recomendo pintar os cabelos somente após 3 meses do término do tratamento, pois os produtos químicos podem ferir o couro cabeludo e enfraquecer a estrutura dos fios novos.

Quanto ao segundo questionamento, não, não há evidência.”

(VEQ) – Como fica a questão do crescimento dos cabelos ou pêlos na área irradiada? Eles voltam a crescer?

(RP) – “A área irradiada é dose dependente, mas normalmente os pêlos não voltam a crescer na área irradiada.”

 (VEQ) – Há procedimentos ou tratamentos que favoreçam um crescimento mais acelerado após os tratamentos oncológicos? Existe contraindicações?

(RP) – “Sim. Diversas vitaminas são essenciais para o crescimento do cabelo, como as vitaminas do complexo B e as vitaminas A, C, D e E, pois ajudam a manter a pele e couro cabeludo saudáveis, além de fortalecerem os fios de cabelo. Elas também são importantes para o sistema imunológico, ajudando na recuperação e no fortalecimento do corpo. Além de uma alimentação saudável é importante lançar mão dessas vitaminas na fórmula de cápsulas. Outras medicações também podem ser prescritas para aumentar a densidade dos fios e ajudar no crescimento. Existem ainda tratamentos com laser e LED que podem ser feitos com resposta satisfatória.”

(VEQ) – Quanto aos cílios e sobrancelhas, existem produtos no mercado que prometem especificamente o alongamento desses fios (para qualquer pessoa, independentemente de seu histórico clínico). Pacientes oncológicos podem lançar mão de tais produtos?

(RP) – Não recomendo o uso desses produtos durante o tratamento, pois os cílios irão cair independente de seu uso, mas após o término o paciente pode usar sim.

(VEQ) – Muitos pacientes ficam divididos entre fazer o que julga ser mais natural  (sob a ótica de que o “natural” é um sinônimo de “saudável”) e o que lhe deixa psicológica e emocionalmente mais satisfeito, como por exemplo, simplesmente pintar os cabelos brancos (o que comumente deixa o paciente mais à vontade com sua autoimagem).
A psiquê também integra a saúde de qualquer ser humano e isso nos leva a questionar: com bom senso, os cuidados estéticos não colaboram para a saúde desta pessoa?

(RP) – “Acredito sim que os cuidados estéticos quando orientados por profissional adequado ajudam (e muito) o paciente oncológico, uma vez que elevam a autoestima e melhoram o humor da paciente. Pacientes felizes lidam melhor com sua doença, e não há nada mais gostoso do que olhar-se no espelho e sentir-se bem. Tudo que é feito com moderação e bom senso ajudam o paciente nessa difícil jornada.”

VIVER EU QUERO (VEQ) – Alguma outra consideração a respeito do tema ou uma mensagem final para nossos leitores?

(RP) –  “Olhar a vida com bom humor, atitudes positivas e agradecer a Deus sempre!”

E aí gostaram?

Fonte: https://vivereuquero.com/a-autora/

sábado, 29 de julho de 2017

Cinco fatos sobre câncer de ovário

Com estimativa de cerca de seis mil novos casos em 2016, o câncer de ovário apresenta características específicas e conhecê-las pode ajudar a se prevenir ou mesmo a procurar um especialista no caso de dúvidas.

O aparecimento de cistos no ovário não costuma ter relação com tumores, mas estes devem ser investigados se apresentarem partículas sólidas ou forem grandes. Confira os cinco principais fatos sobre o câncer de ovário.

Câncer de ovário
Fonte: Hospital AC Camargo

terça-feira, 18 de julho de 2017

CÂNCER DE OVÁRIO - NOSSA VOZ GANHANDO FORÇAS

Há 5 anos atrás muito pouco se ouvia falar sobre câncer de ovário! Muitas mulheres diagnosticadas com ca de ovário  sofriam caladas e isoladas, sem ter com quem compartilhar suas experiências, dúvidas, anseios... Hoje, esse cenário está mudando! Conseguimos reunir várias sobreviventes e cada uma tem feito a sua parte para quebrar o silêncio desse câncer silencioso!
Uma dessas mulheres é nossa querida Amanda Cabral Benites, que esteve hoje no programa Bem Estar, da Globo, para contar-nos um pouco da sua estória com o câncer de ovário e para alertar e conscientizar tantas outras mulheres, uma vez que ela própria foi diagnosticada muito jovem!
É a nossa voz ganhando força!
Leia e assista a reportagem completa no G1.
https://www.google.com.br/amp/g1.globo.com/google/amp/g1.globo.com/bemestar/noticia/saude-das-mamas-e-dos-ovarios-como-evitar-e-tratar-o-cancer.ghtml

Exame de sangue em estudo pode detectar câncer em estágio inicial

Teste identifica rastros do código genético de vários tipos de tumores. Biópsia líquida deve estar disponível aos pacientes no prazo de 2...